O Jornal Jales Agora através do Jornalista Luide Mendes, entrevistou o Senador Marcos Pontes. A seguir, as perguntas e respostas.
O Senador Marcos Pontes não concorre este ano, pois, o mandato de Senador é de 8 anos. Sendo assim, continuamos observando e cobrando das autoridades públicas, respostas sobre o desenvolvimento dos seus trabalhos. Queremos deixar nossa nota de agradecimento ao Senador por responder prontamente, assim como à sua assessoria de imprensa, rápida e eficiente, na figura da Patrícia.
1. Senador, o senhor recebeu uma votação expressiva em Jales e região. Como avalia o seu mandato até aqui em relação às expectativas do eleitor paulista?
Eu sei que o interior cansou de promessa vazia. Por isso, desde o primeiro dia, minha missão foi transformar voto em resultado concreto. E é isso que tenho feito: fortalecer a educação, abastecer hospitais, enviar mais recursos para as prefeituras, ampliar a infraestrutura e levar capacitação profissional para onde as pessoas realmente vivem. Em Jales, por exemplo, destinei uma emenda específica para a implementação de cursos de qualificação profissional em parceria com o SENAI. Isso significa mais oportunidades de emprego, mão de obra especializada dentro da própria cidade e um impulso real para o desenvolvimento econômico da região. É o tipo de ação que muda a vida das famílias, gera renda e fortalece o comércio local. O eleitor paulista quer trabalho sério, e eu tenho honrado cada voto com entrega, transparência e resultados que chegam à porta das pessoas.
2. Quais foram as principais pautas que o senhor priorizou no Senado desde o início do mandato?
Eu priorizei pautas que mudam a vida das pessoas de verdade: saúde de qualidade, infraestrutura para os municípios, educação técnica que gera emprego, segurança pública firme e inovação para fortalecer a economia. Cada projeto que apresentei tem o objetivo claro de melhorar a vida do cidadão, proteger as famílias e preparar São Paulo e o Brasil para o futuro. E fiz isso com trabalho diário, não com discurso: foram R$ 258 milhões em emendas para 252 municípios, 518 proposições apresentadas e quase 5 mil atendimentos diretos a prefeitos, vereadores e cidadãos. Cerca de 70% das minhas propostas impactam diretamente São Paulo, porque o estado sustenta o país e precisa de resultados imediatos. Quando Jales votou em mim, eu entendi o recado: “não nos abandone”. E eu não abandonei. Entreguei presença, recursos, influência e voz para nossa região. Atuo em 12 comissões permanentes, conduzi 18 audiências públicas e liderei 26 frentes e grupos parlamentares sempre com foco de defender São Paulo e o Brasil real, o Brasil que trabalha, que produz e que está longe do ar-condicionado de Brasília.
3. Quais são as prioridades do senhor para os próximos anos de mandato?
Estamos em 2026. Quando cheguei ao Senado, em 2023, assumi o compromisso de transformar minha experiência profissional em resultados concretos para o Brasil e, especialmente, para São Paulo e cidades como Jales. Nestes três anos, apresentamos e relatamos cerca de 300 projetos que são positivos, todos voltados para destravar o país e melhorar a vida das pessoas. Como engenheiro e alguém que já trabalhou em outros países, eu sei o que funciona na prática. O Brasil não precisa de discursos, precisa de um plano estruturado, aplicado com disciplina e eficiência. Por isso, minhas prioridades para os próximos anos continuam alinhadas ao que realmente gera desenvolvimento: – Educação focada em resultado, que prepare o jovem para o trabalho e para a vida real. – Ciência capaz de gerar conhecimento, ideias e soluções concretas. – Tecnologia que transforma essas ideias em produtos, inovação, emprego e nota fiscal. – Um sistema nacional de inovação dinâmico, que conecte universidades, empresas e governo. – Ambiente de negócios favorável, com menos burocracia e mais liberdade para empreender. – Redução de impostos e regulações inteligentes, que previnam problemas sem travar o crescimento das empresas. O meu foco segue o mesmo: criar condições para que Jales, o interior de São Paulo e todo o Brasil possam prosperar com oportunidades reais, empregos qualificados e desenvolvimento sustentável.
4. O interior muitas vezes sente falta de representatividade em Brasília. Como o senhor trabalha para garantir que cidades médias e pequenas sejam ouvidas?
O interior muitas vezes sente falta de voz em Brasília e eu sei disso. Por isso, desde o início do meu mandato, assumi um compromisso de representar quem quase nunca é ouvido. Só nesses três anos, realizei 3 encontros e mais de cinco mil atendimentos no gabinete, recebendo prefeitos, vereadores, produtores, comerciantes, jovens, profissionais de saúde e lideranças comunitárias. Não existe desenvolvimento sem diálogo. Levo cada demanda para onde realmente faz diferença: comissões, audiências, votações e projetos de lei. É assim que o interior ganha força dentro do Senado. E quando falamos de emendas, também trabalho com responsabilidade. São Paulo tem 645 municípios. O sistema atual é injusto, porque um senador de um estado com 15 cidades recebe o mesmo valor de emendas que eu. Por isso, aqui no gabinete criamos critérios claros e responsáveis. Para receber uma emenda, o município precisa apresentar um projeto sólido, dentro da lei, que gere: – benefício para o maior número de pessoas; – oportunidades de renda e novos empregos; – crescimento econômico local; – impacto duradouro e resultados reais; – melhorias que possam ser sementes para novos investimentos. Ou seja: priorizamos projetos que realmente mudam a vida das pessoas. Nada de desperdício. Nada de politicagem. É técnica, critério e compromisso com o interior. Enquanto Deus me permitir, continuarei trabalhando todos os dias para trazer soluções e resultados reais para as cidades médias e pequenas que confiaram em mim porque o interior paulista tem lugar garantido em todas as minhas decisões.
5- Em ano eleitoral, como o senhor responde ao eleitor que cobra resultados mais visíveis do mandato?
Quando o eleitor me cobra resultados mais visíveis, eu respondo com a verdade de que eu continuo trabalhando com seriedade todos os dias para defender os interesses de São Paulo e do Brasil. Meu mandato é pautado por coerência, responsabilidade e defesa das liberdades que sustentam a nossa democracia. Eu sou um senador de direita, e isso significa defender princípios, não cargos, não narrativas. Defendo a liberdade de expressão, de imprensa, de religião e o direito legítimo do cidadão de questionar autoridades. Todo poder emana do povo, e nós, parlamentares, somos servidores da população. Esse é o fundamento da democracia brasileira. Também não fecho os olhos para os desequilíbrios institucionais que o país vive. O Brasil precisa recuperar o equilíbrio entre os Poderes, garantir justiça imparcial e proteger direitos individuais. Já manifestei diversas vezes que excessos precisam ser corrigidos e que a democracia não se sustenta quando a imprensa é controlada, seja por repressão, seja por dependência financeira. A verdade é que o Senado é uma casa plural. Eu sou um, com minha convicção limpa e meu compromisso com o eleitor. Mas há quem tenha interesses, amarras ou receios que impedem votos importantes. A luta é grande. Eu mesmo me coloquei à disposição para presidir o Senado porque sei que, com mais independência, muitas distorções institucionais não estariam acontecendo. Em ano eleitoral, meu recado para o eleitor é direto: resultados aparecem quando há bancada forte e coerente. Em 2026, o Brasil precisa eleger mais senadores comprometidos com os valores da direita, com a liberdade e com o povo. É assim que garantimos um futuro melhor para nossos filhos.