Furto em loja de celulares no Centro de Jales é investigado pela Polícia Civil

Polícia Civil investiga suspeita de furto em loja de celulares no Centro de Jales

A Polícia Civil de Jales investiga uma suspeita de furto em loja de celulares no Centro da cidade. O caso envolve uma loja de celulares e acessórios, cujo proprietário procurou a Central de Polícia Judiciária na tarde de quarta-feira, 27 de maio de 2026, após identificar possíveis irregularidades financeiras relacionadas a uma ex-funcionária.

Auditoria apontou diferença em ordem de serviço

Segundo o boletim de ocorrência, a suspeita surgiu durante uma auditoria interna no sistema da empresa. Durante a conferência, o comerciante analisou uma ordem de serviço referente à troca de tela de um aparelho celular.

No sistema da loja, o serviço aparecia pelo valor de R$ 200,00. No entanto, ao conversar com o cliente, o proprietário recebeu a informação de que o pagamento havia chegado a R$ 300,00.

Diante da diferença, o comerciante iniciou novas verificações dentro do estabelecimento. Em seguida, encontrou, entre os descartes da loja, a via física original da ordem de serviço. Nesse documento, constava o valor de R$ 300,00.

Proprietário suspeita de alteração no sistema

Com a divergência entre o sistema e o documento físico, o proprietário passou a suspeitar de alteração nos dados da ordem de serviço. De acordo com o registro policial, a mudança poderia ter servido para encobrir a apropriação da diferença de R$ 100,00.

Além disso, o boletim aponta que uma pessoa ligada à vítima questionou a ex-funcionária após a descoberta da divergência. Na ocasião, ela teria admitido a fraude e alegado que pretendia ser demitida da empresa.

Boletim cita outras possíveis irregularidades

O proprietário também relatou à Polícia Civil que recebeu informações de terceiros sobre outras possíveis irregularidades. Segundo esses relatos, a ex-funcionária aproveitava momentos de ausência do responsável pela loja para retirar valores diretamente do caixa.

Além disso, o comerciante informou que ela teria adquirido produtos para funcionários sem autorização. Apesar disso, a empresa ainda não conseguiu identificar o valor total da possível fraude.

Polícia Civil vai analisar o caso

Agora, a apuração deve avançar com novas conferências no sistema da loja, análise de ordens de serviço, documentos internos e possíveis movimentações financeiras.

A Polícia Civil classificou a ocorrência como furto em estabelecimento comercial, com autoria conhecida. A autoridade policial responsável analisará as informações apresentadas e definirá os próximos passos da investigação.

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